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Porto e Douro Wine Show 2011 – Prova de Vinhos do Douro
Decorreu durante o PDWS 2011 una prova de Vinhos do Douro, tendo como interlocutores o Engenheiro Bento Amaral e o crítico de vinhos Guilherme Rodrigues da revista Gosto do Brasil.
 Foi grande a variedade de vinhos do Douro e Produtores apresentados, tendo como base o Douro, mas efetivamente não houve monotonia, os vinhos são de grande Qualidade, cada um com as suas características próprias, proporcionando uma grande prova. Os vinhos apresentados foram os seguintes:
 Casa das Torres
Consensual Tinto TOP Premium 2007
 Quinta da Sequeira
Quinta da Sequeira Tinto Grande Reserva 2007
 Quinta das Cottas
Quinta das Cottas Tinto Reserva 2008

Quinta da Chinchorra
Quinta da Chinchorra Tinto Grande Reserva 2008
 Rozès - Quinta do Grifo
Quinta do Grifo Tinto Grande Reserva 2008

Caves Messias
Dados Tinto Reserva 2008

Quinta das Apegadas
Apegadas Quinta Velha Tinto Grande Reserva

Alves de Sousa
Tapadinha Tinto TTT 2008
 Brites Aguiar
Bafarela Tinto Grande Reserva 2009
 Dona Berta - Hernâni Verdelho
Dona Berta Tinto Reserva Especial 2009

Quinta do Portal
Quinta do Portal Tinto Touriga Nacional 2009

Quinta da Pacheca
Quinta da Pacheca Tinto Grande Reserva Touriga Nacional 2009
 João Brito e Cunha
Quinta São José Tinto Grande Reserva 2009
 Quinta dos Avidagos
Quinta dos Avidagos Tinto Grande Reserva 2009

Quinta da Casa Amarela
Quinta da Casa Amarela Tinto Grande Reserva 2009
Conclusão Final:

Embora sendo vinhos produzidos na mesma região, o Douro tem muita diversidade, e cada Quinta funciona quase como um pequeno terroir dentro de toda a região. Cada vinho tem a sua identidade própria e características únicas, de modo que a prova foi diversificada e muito agradável, fornecendo conhecimento do que melhor se faz no Douro.
Para mim são todos vinhos de classe superior, aromáticos, muito frutados, com taninos presentes, equilibrados, grande qualidade, destaco e sem demérito de todos os outros, pela sua grande mineralidade o vinho da Quinta da Sequeira Tinto Grande Reserva 2007, o Tapadinha Tinto TTT 2008 de Domingos Alves de Sousa pela sua sofisticação e complexidade, aromas fumados, trufa e cogumelos, o vinho da Quinta do Portal Tinto Touriga Nacional 2009 o exemplo perfeito da Touriga Nacional, para quem quiser saber todo o esplendor desta casta, este é um exemplo perfeito, um aroma inconfundível, viciante.
Uma ultima palavra de apreço ao Engenheiro Bento Amaral e ao critico de vinhos Guilherme Rodrigues, pelas suas explicações cativantes das características dos vinhos presentes na prova.
Está também de parabéns a organização do PDWS 2011 pela grande prova apresentada, pela sua qualidade e diversidade.
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Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2008
pela terceira vez no Top 100 da Wine Spectator
A Quinta do Crasto entre os quatro produtores portugueses que integram a prestigiada lista, alcançando feito inédito – três presenças do mesmo vinho no ranking (Colheitas 2004, 2005 – em que alcançou o terceiro lugar, e 2008)
Porto, 29 de Novembro de 2011 – A Quinta do Crasto, produtor de vinhos Douro DOC, vinhos do Porto e Azeites, integra a lista dos 100 Melhores Vinhos de 2011 da Wine Spectator, revista internacional de referência no sector dos vinhos. O Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2008 figura no 62º lugar do ranking, com 93 pontos.
Esta é a terceira vez que o Reserva Vinhas Velhas entra no ranking mais prestigiado do sector, um feito inédito em Portugal para o mesmo vinho. Após a presença em 47º da colheita de 2004, a edição de 2005 alcançou o histórico terceiro lugar – posição mais elevada alguma vez alcançada por um vinho português. Este contínuo reconhecimento comprova a consistência da qualidade dos vinhos produzidos pela Quinta do Crasto.
Além da presença no ranking, o Reserva Vinhas Velhas tem vindo a ser destacado pela revista americana com pontuações muito elevadas. A Wine Spectator atribuiu sempre uma pontuação superior a 92 a todas as colheitas avaliadas – 2000 (92 pontos), 2001 (92 pontos), 2003 (92 pontos), 2004 (93 pontos), 2005 (95 pontos), 2006 (92 pontos), 2007 (93 pontos) e 2008 (93 pontos).
Para Tomás Roquette, administrador da Quinta do Crasto, “Este vinho tem merecido um grande reconhecimento nacional e internacional ao longo de todas as suas colheitas, cumprindo elevados padrões de qualidade e consistência. Mais do que a presença no Top 100 e as altas pontuações conseguidas, é de salientar a manutenção dos preços ao longo dos anos o que representa o enorme respeito que temos pelo consumidor.”
Como o nome sugere, este vinho é feito com uvas de vinhas velhas com uma média de idade de aproximadamente 70 anos onde podemos encontrar cerca de 30 castas diferentes. A colheita de 2009 foi lançada agora para o mercado, sendo distribuída em Portugal pela Heritage Wines.
Consulte a lista completa do Top 100 da Wine Spectator aqui: http://assets.winespectator.com/wso/pdf/WS123111_Top100AtAGlance.pdf
Sobre a Quinta do Crasto
Situada na margem direita do Rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais, 70 são ocupados por vinhas. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século.
Os importantes investimentos realizados nos últimos anos permitiram modernizar as vinhas e instalações de vinificação, garantindo assim a produção de vinhos de mesa de elevada qualidade tais como o Crasto Branco e Tinto, Crasto Superior, Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, Monovarietais (Tinta Roriz e Touriga Nacional) e Monovinhas (Vinha da Ponte e Vinha Maria Teresa), bem como categorias especiais de Vinho do Porto (LBV e Vintage). Mais recentemente, a Quinta do Crasto iniciou também a comercialização de azeites de categoria superior.
Sobre a Heritage Wines
A Heritage Wines (HW) representa marcas e produtores de grande distinção que são referências de qualidade nas suas respectivas regiões. Encontram-se unidos pela tradição familiar, a inspiração criativa e a dedicação intransigente à qualidade.
A HW distribui uma gama de produtos de excelência, onde se destacam no segmento de champagne, os famosos Bollinger e Ayala, os vinhos Quinta
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Porto e Douro Wine Show 2011 – Harmonizações com Vinho do Porto
Uma das ações que ocorreu durante o PDWS 2011 foi a apresentação Harmonizações com Vinho do Porto dia 26. A apresentação teve como interlocutores o chefe Nuno Diniz e a enóloga Sandra Tavares da Silva da Wine e Soul.

As harmonizações sugeridas foram as seguintes:
Sopa de aipo-bola com foie gras e amendoins com o porto Dalva 10 anos White.

Sopa feita com uma base de caldo de frango e foie gras misturado no caldo, com aipo-bola e amendoins, acompanhada por foie gras, a combinação com o vinho do Porto Dalva 10 anos White é muita boa, combinando com a frescura e intensidade do vinho. Muito bom.
Dalva 10 anos White: Cor âmbar, límpida, aroma cítrico, intenso a frutos secos, amêndoas, nozes, na boca boa frescura e acidez, frutos secos, boa persistência.
Rabo boi, puré de batata, puré de couve-flor e escorcioneira e migas com o porto Pintas Vintage 2009.

Rabo de boi, com puré de batata, puré de couve-flor e a novidade aqui a escorcioneira, muito saboroso, e surpreendente para mim, combina muito bem com o porto Vintage Pintas 2009, o doce e frutado do vinho acompanha muito bem, é uma harmonização por contraposição que resulta muito bem.
Pintas Vintage 2009: Cor violeta, escura, aroma de grande intensidade, floral, rosas e violetas, e a frutos vermelhos, amoras, framboesa, cerejas, na boca grande explosão de fruta, correspondendo ao nariz, taninos presentes, mas suaves, redondos, muito boa persistência final.
Tarte folhada de pera e marmelo com presunto e o porto Cálem Tawny 30 anos.


Esta tarte folhada de pera e marmelo com presunto, finalizou na perfeição estas harmonizações, o conjunto de pera e marmelo é muito bom, os pequenos bocadinhos de presunto, permitem uma variação e sensação entre doce e salgada muito boa, tirando a monotonia do prato e provocando uma sensação maravilhosa na boca. O vinho combina na perfeição numa harmonia por simbiose, entre o doce do vinho e o doce do prato. Excelente, adorei.
Cálem Tawny 30 anos: Cor castanha escura, límpida, com bordo esverdeado, aroma a frutos secos, especiarias, algum verniz, mel, na boca muito harmonioso, suave, frutos secos, massapão, acidez, muito boa persistência final.

Conclusão final: Uma apresentação muito agradável, bem conseguida, harmonizações perfeitas, muita simpatia e competência do chefe Nuno Diniz e da enóloga Sandra Tavares, nas suas explicações e intervenções. Gostei muito.
Links:
Dalva Ficha Técnica Dalva 10 Anos White Wine & Soul Wine & Soul Produtos Cálem Cálem Tawny 30 anos Escorcioneira Porto e Douro Wine Show 2011
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Desde a presença romana até aos nossos dias, o livro cruza a vida da Quinta de Roriz com as famílias, a política e a economia do Douro e de Portugal, com a longa história dos vinhos do Douro e do Porto. Especialista da história da região duriense, o autor segue o percurso milenar da Quinta de Roriz, observando a passagem da agricultura tradicional de subsistência para a vitivinicultura moderna, os tempos de crise e de prosperidade, as novidades e as rotinas no ciclo da vinha, as relações entre a viticultura e o comércio de vinhos e a integração dos vinhos do Douro na economia mundial. E, simultaneamente, a construção e as vicissitudes da Região Demarcada, desde a época do Marquês de Pombal até aos tempos recentes, passando pelo conturbado desastre da filoxera, atravessando a crise comercial e as alterações institucionais do final da Monarquia e da Primeira República, o modelo corporativo da ditadura e as transformações rápidas das últimas décadas.
Wook Bertrand
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O Convento do Beato em Lisboa recebe a 26 e 27 Novembro, mais uma Edição do Porto e Douro Wine Show 2011, numa iniciativa do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP). O programa contempla a exposição de mais de 50 produtores de vinhos do Porto e Douro, onde apresentam as suas novidades, lançamentos e vinhos premiados.
Assista e participe em provas de vinhos, harmonizações e cozinha ao vivo. Conheça ainda uma rica variedade de produtos gourmet presentes neste evento. A moda também marca presença num "Espaço Moda Experience" da estilista Fátima Lopes. Horários: Sábado, das 15h às 21h. Domingo, das 15h às 21h. Entrada 5€ (inclui copo).
Porto e Douro Wine Show 2011
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O novo porto é um vinho em homenagem à tetravó dos responsáveis pela marca, Antónia Adelaide Ferreira, que ficou conhecida pela ‘Ferreirinha’.
O Vallado Adelaide terá uma produção de 9 mil garrafas, com um preço estabelecido em 100 euros.
 Quinta do Vallado
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Caves da Offley distinguidas com Best of Wine Tourism 2012 |
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As Caves de Vinho do Porto Offley acabam de ser distinguidas com o Prémio Best of Wine Tourism 2012 referente à categoria de “Serviços Inovadores” – um galardão atribuído desde 2003 pela Great Wine Capitals, entidade que reúne nove cidades e regiões de vinhedos do Novo e do Velho mundo vitícola, a saber: Porto (Portugal), Mainz (Alemanha), Mendoza (Argentina), Cidade do Cabo (África do Sul), S. Francisco (EUA), Bilbao (Espanha), Bordéus (França), Florença (Itália), Christchurch - South Island (Nova Zelândia).
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Data: 2011-11-15 14:51 |
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Fonte: aicep Portugal Global |
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Nova colheita de um dos vinhos mais premiados da Quinta do Douro chega agora ao mercado

Porto, 16 de Novembro de 2011 – A Quinta do Crasto, produtor de vinhos do Douro, vinhos do Porto e Azeite, apresenta a nova edição do seu Reserva Vinhas Velhas, um dos seus vinhos mais premiados a nível nacional e internacional. Como o nome sugere, este vinho é feito com uvas de vinhas velhas com uma média de idade de aproximadamente 70 anos onde podemos encontrar cerca de 30 castas diferentes.
Fruto de uma invejável consistência colheita após colheita, a qualidade do vinho é uma garantia assegurada. Apresenta um aroma complexo com fruta muito bem integrada com madeira revelando notas de especiarias. Ideal para acompanhar pratos fortes de carne ou caça.
A excepcionalidade deste vinho, distribuído pela Heritage Wines, tem conduzido a numerosos reconhecimentos nacionais e internacionais. A colheita de 2008 foi o vinho português melhor classificado na “Cellar Selections”, o Top 100 da revista norte-americana Wine Enthusiast. Com 94 pontos, este tinto ocupou a 49.ª posição entre os 100 melhores vinhos do mundo.
Em 2008, a Wine Spectator, considerada a “Bíblia” dos vinhos, considerou o vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 como o terceiro melhor do mundo, classificando pela primeira vez, um vinho português nos 10 melhores do seu ranking anual.
Ficha Técnica
P.V.P. 28 €
Sobre a Quinta do Crasto
Situada na margem direita do Rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, a Quinta do Crasto, é uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais, 70 são ocupados por vinhas. Com localização privilegiada na Região Demarcada do Douro, é propriedade da família de Leonor e Jorge Roquette há mais de um século.
Os importantes investimentos realizados nos últimos anos permitiram modernizar as vinhas e instalações de vinificação, garantindo assim a produção de vinhos de mesa de elevada qualidade tais como o Crasto Branco e Tinto, Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, Monovarietais (Tinta Roriz e Touriga Nacional) e Monovinhas (Vinha da Ponte e Vinha Maria Teresa), bem como categorias especiais de Vinho do Porto (LBV e Vintage).. Mais recentemente, a Quinta do Crasto iniciou também a produção de azeites de categoria superior.

Sobre a Heritage Wines
A Heritage Wines (HW) representa marcas e produtores de grande distinção que são referências de qualidade nas suas respectivas regiões. Encontram-se unidos pela tradição familiar, a inspiração criativa e a dedicação intransigente à qualidade.
A HW distribui uma gama de produtos de excelência, onde se destacam no segmento de champagne, os famosos Bollinger e Ayala, os vinhos Quinta do Crasto, Roda e Mouchão, os vinhos do Porto das famosas caves Croft, Taylor's, Fonseca, Romariz e ainda uma linha de azeites Premium Taylor’s, Quinta do Crasto, Mouchão e o azeite biológico Santo António.
Para mais informações, consulte www.heritagewines.pt Quinta do Crasto
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Este livro conta a história de uma vida, a de Dona Antónia Adelaide Ferreira, a maior viticultora do Douro do século XIX. Esta breve biografia de Dona Antónia procura perceber a mulher e a empresária no seu tempo, as circunstâncias e a rede de relações que marcaram a sua vida longa (1811-1896), a família em que nasceu e que alargou, a empresa a que ligou o seu nome e que dirigiu, os espaços sociais em que se movimentou, em encontros e desencontros, em alianças ou conflitos, episódicos ou duradouros. No bicentenário do seu nascimento, a Sogrape Vinhos, detentora da marca Ferreira, entende importante destacar a relevância de que ainda hoje gozam, na economia do Douro e dos seus vinhos, o nome e a marca deixados por Dona Antónia há mais de cem anos. Como refere Fernando Guedes, presidente da Sogrape Vinhos, a experiência de leitura proporcionada por este livro é ímpar: «Conhecer a história da Ferreira e o percurso fantástico de Dona Antónia neste registo de qualidade é mergulhar numa fonte privilegiada de informação que nos rasga os horizontes para melhor percebermos os alicerces de uma região única capaz de produzir vinhos únicos.» Media Books
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Decorreu no dia 29 de Outubro de 2011 no Encontro com o Vinho e Sabores 2011 evento organizado pela Revista de Vinhos, uma prova especial dos 200 anos de Blandy’s Madeira dirigida por Chris Blandy.

“Tem sido dito que John Blandy, o fundador do negócio da família, chegou à Madeira em 1807, com idade entre 23 como furriel ao General Beresford, comandante da guarnição britânica. No entanto, pesquisas prolongadas entre listas de exército não rendeu nenhuma menção de um John Blandy serviço na Madeira. A verdade foi encontrada, pelo amante do vinho da Madeira e de peritos "Mannie" Emmanuel Berk. Em Agosto de 2006, ele encontrou uma carta de apresentação enviada de Londres para os Srs. Newton, Gordon, Murdoch, comerciantes de vinho da Madeira, que imediatamente resolveu o mistério de família: "Senhores! No desejo do nosso amigo particular, Richard Fuller esq., Banker nesta Cidade, pedimos licença para introduzir o Sr. John Blandy, que visita o seu console por conta de problemas de saúde, e deseja obter um emprego em uma Casa de Contabilidade. Seremos obrigados, se você pode promover seus pontos de vista e, consequentemente, recomendo-lhe a sua atenção. " A carta é datada de 23 de Dezembro de 1807, implicando que John Blandy chegou à ilha no início de 1808 e não com as forças britânicas alguns meses antes.” Ver mais.
Os vinhos em prova foram os seguintes:
1993 Blandy’s Bual
1994 Blandy’s Malmsey
1984 Blandy’s Verdelho
1980 Blandy’s Bual
1976 Blandy’s Terrantez
1968 Blandy’s Verdelho
1966 Blandy’s Sercial
1920 Blandy’s Bual
1910 Blandy’s Sercial
1870 Blandy’s Verdelho Solera

Notas de prova:

1993 Blandy’s Bual
Cor castanha, laivos verdes, límpida, aroma intenso, mel, baunilha, na boca untuoso, concentrado, meio doce, acidez, frescura, equilibrado, sabor a mel, boa persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1994 Blandy’s Malmsey
Cor castanha, dourada, laivos de verde, límpida, aroma intenso, a amêndoas, nozes, anis, açúcar em caramelo, na boca untuoso, suave, acidez e frescura, frutos secos, mel, grande persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1984 Blandy’s Verdelho
Cor castanha, bordo com laivos verdes, límpida, aroma intenso, mel, laranja, verniz, na boca boa qualidade, meio seco, frescura, figos, mel, persistência final muito prolongada. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1980 Blandy’s Bual
Cor castanha, esverdeada, límpida, aroma agradável a laranja, frutos secos, na boca untoso, suave, meio doce, sabor a figos e frutos secos, boa persistência. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1976 Blandy’s Terrantez
Cor castanha escura, límpida, aroma intenso a flor laranjeira, balsâmico, especiarias, na boca grande qualidade, suave, harmonioso, acidez, especiarias, grande persistência final e efeito prolongado. Adorei este vinho.
Wine Searcher
Cellartracker

1968 Blandy’s Verdelho
Cor castanha, com bordo esverdeado, límpida, aroma a couro, iodo, na boca grande explosão de sensações, untuoso, amêndoas, acidez, frescura, efeito e persistência fina muito prolongada. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1966 Blandy’s Sercial
Cor castanha, com bordo esverdeado, límpida, aromas a laranja, balsâmicos, verniz, na boca harmonioso, seco, acidez, média persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1920 Blandy’s Bual
Cor castanha escura, bordo esverdeado, opaco no centro, aroma muito intenso, alcaçuz, balsâmico, frutos cristalizados, complexo, na boca grande sensação, muito suave, especiarias e frutos secos, harmonioso, acidez, frescura, muito agradável, persistência final enorme. Adorei este vinho.
Wine Searcher
Cellartracker

1910 Blandy’s Sercial
Cor castanha, bordo esverdeado, límpida, aromas complexos, a fumado, tabacos, fosforo, especiarias, na boca seco, elegante, fresco, boa persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1870 Blandy’s Verdelho Solera
Cor castanha escura, límpida, aromas muito complexos, verniz, fumados, tabacos, cogumelos e trufas, na boca grande sensação, acidez, frescura, harmonia, com grande persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker
Conclusão:

Uma prova esplendida, especial, nova para mim, com vinhos da madeira maravilhosos, gostei especialmente do 1976 Blandy’s Terrantez e do 1920 Blandy’s Bual, este ultimo encantou com todo o seu potencial aromático e as suas sensações maravilhosas na boca, grande simpatia do produtor Chris Blandy a quem agradeço, assim como à Revista de Vinhos por estas provas especiais em que tive o privilégio de participar.
Links relacionados:
Blandy's
Blandy's - Fichas Técnicas
Blandy's - Beber vinho da Madeira
IVBAM
Revista de Vinhos
Vinho da Madeira
Encontro com o Vinho e Sabores 2011
Vinho Porto Vintage no Facebook
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OS ÚLTIMOS 2 SÉCULOS DE VINTAGE RAMOS PINTO
Decorreu no dia 28 de Outubro de 2011 no Encontro com o Vinho e Sabores 2011 evento organizado pela Revista de Vinhos, uma prova especial dos Vintage Ramos Pinto, dirigida por João Nicolau de Almeida.


“Fundada por Adriano Ramos Pinto em 1880, a Casa Ramos Pinto depressa se fez notar pela sua estratégia inovadora e empreendedora para a época. Associada a vinhos engarrafados de qualidade, implantou-se no mercado brasileiro no início do século XX e rapidamente se tornou responsável por metade do vinho exportado para a América do Sul, enquanto ia conquistando gerações de fiéis apreciadores em Portugal e na Europa. Estas foram consequências naturais de uma estratégia de vanguarda, apoiada na modernização dos circuitos de selecção, lotagem e envelhecimento e no especial cuidado que Adriano Ramos Pinto dedicou à embalagem e promoção dos seus vinhos. Os vinhos Ramos Pinto tornaram-se, assim, uma referência de qualidade.” Ver mais.
Os vinhos em prova foram os seguintes:
1924 Ramos Pinto Vintage 1931 Ramos Pinto Vintage 1970 Ramos Pinto Vintage 1983 Ramos Pinto Vintage 1983 Ramos Pinto Vintage Touriga Franca 1983 Ramos Pinto Vintage Touriga Nacional 1994 Ramos Pinto Vintage 1997 Ramos Pinto Vintage 2003 Ramos Pinto Vintage 2007 Ramos Pinto Vintage Quinta de Ervamoira 2007 Ramos Pinto Vintage
Notas de prova:
2007 Ramos Pinto Vintage
Cor púrpura, negra opaca, violeta no bordo, aroma a frutos negros, amoras, floral, violetas, chocolate, na boca taninos firmes, vigorosos, final com grande persistência, precisa de muito mais tempo. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

2007 Ramos Pinto Vintage Quinta de Ervamoira
Cor púrpura, violeta, negra, opaca, bordo roxo, aroma a frutos negros, violeta, chocolate, na boca taninos presentes mas macios, fruta negra, com estrutura, redondo, frutado, boa persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

2003 Ramos Pinto Vintage
Cor violeta, escura, opaca, aroma a frutos silvestres, especiarias, pimenta, na boca grande qualidade, enche a boca, intenso, taninos ainda presentes, balsâmico, grande persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1997 Ramos Pinto Vintage
Cor roxa, límpida nos bordos, opaca no centro, alguns castanhos no bordo, aromas frutados, também caramelo, na boca, elegante, suave, taninos subtis e agradáveis, efeito final prolongado. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1994 Ramos Pinto Vintage
Cor rubi, límpida, tons acastanhados no bordo, aroma a frutos, cereja, pimenta, na boca suave, taninos redondos, passas de uva, doce, mostra evolução, boa persistência final. Gostei muito.
Wine Searcher
Cellartracker

1983 Ramos Pinto Vintage
Cor vermelha com evolução para acastanhada, límpida, aroma intenso a doce de frutos, amora, cereja, também frutos secos, especiarias, grande sensação na boca, untuoso, frescura, grande efeito final e muito boa persistência.
Wine Searcher
Cellartracker

1983 Ramos Pinto Vintage Touriga Nacional
1983 Ramos Pinto Vintage Touriga Franca
São dois vinhos não comercializados, monovarietais, eu tinha a percepção que a riqueza do vinho do Porto provêm das várias castas formando uma conjunto perfeito, constato agora na pratica que assim é de facto, são vinhos que em relação ao 1983 Ramos Pinto Vintage, se mostram mais envelhecidos, com menos vigor, menos frutados, aromas mais de verniz, iodo. Foi uma experiência engraçada provar vinhos do Porto monovarietais, mas para mim nos vinhos do Porto não há como a diversidade de castas. Para os mais curiosos, leiam as experiências do meu amigo Óscar Quevedo, Ver mais.

1970 Ramos Pinto Vintage
Cor vermelha muito evoluída, com tons de castanho, bordo esverdeado, aroma de grande qualidade, intenso, complexo, a compota de frutos, cereja, ginja, caramelo, na boca grande qualidade, enche a boca, untuoso, sofisticado, sensação de mel, harmonioso, elegante, grande final com grande persistência. Adorei este vinho, e fiquei encantado.
Wine Searcher
Cellartracker

1931 Ramos Pinto Vintage
Cor âmbar, castanha clara, esverdeada, límpida, aromas intensos e complexos, verniz, iodo, frutos secos, pimentas, noz-moscada, flor laranjeira, na boca grande intensidade, frescura, ameixa seca, mel, grande persistência e efeito final. Excelente.
Wine Searcher
Cellartracker

1924 Ramos Pinto Vintage
Cor castanha clara, mogno, límpida, bordo esverdeado, aroma intenso e complexo, a cabedal, verniz, amêndoas, tabacos e passa secas, na boca grande qualidade, intenso, frutos secos e amêndoa, grande persistência e efeito final. Excelente.
Wine Searcher
Cellartracker
Conclusão:
Uma grande prova, especial, didáctica, com vinhos maravilhosos, gostei muito dos três mais antigos, cada um com o seu encanto,
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HERITAGE WINES
Decorreu no dia 24 de Outubro uma prova de vinhos distribuídos pela HERITAGE WINES no Centro Cultural de Belém.

“A HERITAGE WINES representa marcas e produtores de grande distinção que são referências de qualidade nas suas respectivas regiões. Encontram-se unidos pela tradição familiar, a inspiração criativa e a dedicação intransigente à qualidade.”
Os vinhos à prova eram diversos, de grande qualidade, entre os quais as seguintes marcas estiveram presentes:
 Bollinger Quinta do Crasto Croft

Ayala Roda Taylor’s
 Mouchão Fonseca Romariz
A apresentação estava muito bem organizada, com os diversos expositores por marca, e com uma disponibilidade e simpatia enormes da parte de todos os colaboradores, na explicação e apresentação de cada vinho.
Dos muitos vinhos que estavam presentes os que consegui provar foram os seguintes:
Os Champagne

Ayala - Bruto Zero
Ayala - Rosé Majeur
Ayala - Blanc des Blancs 2004

Bollinger - Special Cuvée
Bollinger - Grande Année
Champagnes de boa qualidade aromática, delicados e complexos, na boca vivacidade e frescura, boa persistência. Estilos diferentes os Ayala mais suaves, acessíveis, os Bollinger mais estruturados serão já Champagnes para acompanhar uma refeição. Gostei muito de todos, se tivesse que escolher um de cada marca optaria por o Ayala – Blanc de Blancs 2004 e o Bollinger – Grande Année.
Os Vinhos Tranquilos

Quinta do Crasto Branco 2010
Cor citrina, límpida, grande potencial aromático, a fruta citrina, floral, é viciante no nariz, na boca muito equilibrado, grande frescura, com persistência, e agradável sensação de fruta, um vinho que me impressionou, muito bom.
Wine Searcher Notas do Produtor Cellartracker

Mouchão 2006
Cor granada intensa, aroma a frutas negras, balsâmico, pimenta, na boca harmonioso, frescura, final persistente. Gostei.
Wine Searcher Notas do Produtor Cellartracker

Quinta do Crasto Reservas 1999, 2000 e 2001 – São vinhos que têm mais de 10 anos de vida, em que o tempo já fez o seu trabalho, os aromas exuberantes de frutas, embora ainda presentes, deram lugar a algo mais complexo, aromas mais de compota de fruta, especiarias, taninos suaves, boa persistência. Gostei muito destas reservas.
Wine Searcher Notas do Produtor Cellartracker
Os Vinhos do Porto

Taylor’s Scion
É um vinho encantador, um velhinho cheio de sabedoria, ainda com muita juventude e frescura, aromas que cativam e viciam, cheios de força, variados, complexos, frutos secos, especiarias, iodo, etc., etc., na boca é uma explosão de sensações, aveludado, untuoso, persistência … meu deus, dá para andar a pensar todo o dia que sensação maravilhosa tenho eu na boca.
Conclusão, não deveria ser permitido a ninguém, deixar este mundo sem provar este vinho, duvido que para onde quer que vamos depois da nossa existência terrena, lá exista um vinho assim. O problema mesmo é o preço, só para alguns muito abastados, para o comum dos mortais, vai valendo estas provas, gostava de ter uma garrafa na minha modesta garrafeira.
Wine Searcher Notas do Produtor Cellartracker
Taylor’s Vintage 1994
Cor púrpura, opaca no centro, bordo já com alguma limpidez, aromas intensos, frutos silvestres, framboesas, amoras, floral, violetas, esteva, cacau, chocolate, na boca harmonioso, boa textura, doçura média, taninos já mostram alguma suavidade, efeito prolongado na boca, gostei muito.
Wine Searcher Notas do Produtor Cellartracker
Taylor’s Vintage 1977
Cor límpida, vermelho claro, rubi, já com alguns laivos esverdeados, no nariz grande qualidade
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The story...Cristiano van Zeller (ex Quinta do Noval) discovered the 1880 Port in 1999 at a winery in Regua (River Douro) that was closing following the death of the owner. Cristiano was interested in acquiring stone lagares (foot treading tanks) for his new winery but they also asked if he was interested in any old stock. Most was uninteresting but at the rear of the winery were three 20,000 litre casks, two empty but one containing 10,000 litres of 1880 port, 10,000 litres having evaporated during the intervening 119 years. The intention was to bottle the wine as 100 year old (for the millennium) but that was not possible - according to the Port Wine Institute it could only be called 'over 40 years'- so the name 'Millennium Port' was chosen and the wording, agreed with the PWI, on the back label. The wine was bottled by Niepoort after adding 5 per cent of their 1945 vintage.
Fine+Rare
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